Não é raiva, rusga
Já nem sei...
É isto: por que palavras?
Nelas há cores e sons únicos
Que fogem de qualquer lápis
Voam ligeiras
Dentro das paredes
E não se alcançam
Por que, então, fingir?
Se o que tenho não é nada
Não sei se me importo
Sei que não as importo
19.10.10
14.10.10
Cosmic Clones
Olhos de luz de noite me vigiam
No meu calcanhar
Perseguidores vorazes, minha vida aceleram
Rasgando a alma para cunhar moedas,
Uma como a outra,
Não sois vós figuras de mim?
De meu próprio pensamento?
Dizeis o querer do corpo sem sua permissão
A chance de um quadro completo matais
Tornais a luz escura
E a luz escura perde o brilho...
No meu calcanhar
Perseguidores vorazes, minha vida aceleram
Rasgando a alma para cunhar moedas,
Uma como a outra,
Não sois vós figuras de mim?
De meu próprio pensamento?
Dizeis o querer do corpo sem sua permissão
A chance de um quadro completo matais
Tornais a luz escura
E a luz escura perde o brilho...
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