Vale a pena ver, pensar e agir.
14.10.10
Cosmic Clones
Olhos de luz de noite me vigiam
No meu calcanhar
Perseguidores vorazes, minha vida aceleram
Rasgando a alma para cunhar moedas,
Uma como a outra,
Não sois vós figuras de mim?
De meu próprio pensamento?
Dizeis o querer do corpo sem sua permissão
A chance de um quadro completo matais
Tornais a luz escura
E a luz escura perde o brilho...
No meu calcanhar
Perseguidores vorazes, minha vida aceleram
Rasgando a alma para cunhar moedas,
Uma como a outra,
Não sois vós figuras de mim?
De meu próprio pensamento?
Dizeis o querer do corpo sem sua permissão
A chance de um quadro completo matais
Tornais a luz escura
E a luz escura perde o brilho...
14.9.10
grandes problemas
olhe e pense...
[por ssilence in deviantart]O mundo deve ter algo de errado. É fato. Ou talvez a cama (de casal) na qual acordo não seja suficientemente confortável. Quem sabe o clima seja o principal responsável por este peso enferrujado de agonia que me cerca - em mim e nos outros. A cada dia, um novo Sol, uma nova perspectiva. Os raios de luz penetram o quarto e podemos vislumbrá-los ou rejeitá-los com a cara amassada no travesseiro. A cada dia os pés - das seletas sortudas pessoas que podem - caminham por novos territórios - quem sabe alguns dias tocamos em partes da terra que nunca havíamos tocado antes e nem percebemos! Mas sempre há algo para nos distrair... sempre. Talvez os dias não sejam bonitos o suficiente, os pássaros devessem cantar mais, as ruas deviam estar sempre limpas e o vento sempre a bater no rosto - sem jogar o cabelo na cara. É fato. Deve ter algo de errado com o mundo.
8.9.10
Esperança se alimenta com perseverança
Entre as paredes e o mar
Pouca terra
Pouca vida
Faz da linha das ondas
O curto espaço de ar
Curtíssimo… quase nulo
Mas que sobrevive
Rega de água, sal, Sol e Lua
De um cuidado zeloso
Para não morrer, estando ainda vivo
Os poucos grãos secos
Pedem socorro ao homem
Passando os dedos na terra-quase-água
Regando seus mantos de lágrima
Este pede socorro a outro
Suas pernas estão mortas na vontade
Sente que não pode fazer nada
E – pronto – molha os olhos
De onda inesperada
Que quando na mente processada
Causa pesado desespero
Uma busca incessante
Pelos últimos suspiros secos
Que, poucos, alertam o homem:
“Ainda cá estamos… quase findos
Mas já estas de pé”
E saiu a derrubar muros e ondas…
Pouca terra
Pouca vida
Faz da linha das ondas
O curto espaço de ar
Curtíssimo… quase nulo
Mas que sobrevive
Rega de água, sal, Sol e Lua
De um cuidado zeloso
Para não morrer, estando ainda vivo
Os poucos grãos secos
Pedem socorro ao homem
Passando os dedos na terra-quase-água
Regando seus mantos de lágrima
Este pede socorro a outro
Suas pernas estão mortas na vontade
Sente que não pode fazer nada
E – pronto – molha os olhos
De onda inesperada
Que quando na mente processada
Causa pesado desespero
Uma busca incessante
Pelos últimos suspiros secos
Que, poucos, alertam o homem:
“Ainda cá estamos… quase findos
Mas já estas de pé”
E saiu a derrubar muros e ondas…
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